Música
Festival Iminente: como chegar e que concertos ver na primeira vez em Lisboa
O evento pensado por Vhils acontece no Panorâmico de Monsanto pela primeira vez. Arranca já esta sexta-feira.

O festival ocupa a zona à volta do Panorâmico de Monsanto.
Depois de duas edições em Oeiras — e de uma em Londres, no Reino Unido, onde o festival deverá regressar ainda este ano — o Iminente acontece pela primeira vez em Lisboa, na zona do Panorâmico de Monsanto. Arranca esta sexta-feira, 21 de setembro, e prolonga-se até domingo, dia 23.
Como sempre, o festival pensado por Vhils e pela sua galeria Underdogs — coproduzido com a Câmara Municipal de Lisboa — junta arte e música urbana no mesmo espaço.
Omar Souleyman, Havoc (dos Mobb Deep), Kool G Rap, DJ Maseo (dos De La Soul), Dengue Dengue Dengue e Bonga são alguns dos principais nomes internacionais do cartaz.
A eles junta-se uma legião de talento nacional: de Sara Tavares a Carlão, passando por Conan Osiris, Keso, Bateu Matou, DJ Glue, Gisela João, Papillon, Valete, Nídia, Sequin, Marta Ren & The Groovelvets, Fogo Fogo, Norberto Lobo, DJ Niggafox ou Landim, entre vários outros.
Estão divididos em quatro palcos: o principal, que é uma estrutura provisória para os maiores concertos, o Palco Cave, o Primeiro Balcão e o Panorâmico propriamente dito — sendo que os pisos superiores do edifício, reaberto há mais de um ano como miradouro, estarão reservados pelo staff e pelos artistas convidados.
O melhor é consultar o programa completo e a distribuição por dias, palcos e horas. Vários destes músicos estão integrados nas curadorias das editoras independentes Enchufada e Príncipe, e da promotora Versus.
Pelo recinto vão estar espalhadas várias instalações artísticas, com um cartaz igualmente interessante. Wasted Rita, ±MAISMENOS±, PichiAvo, Pedro Gramaxo, Francisco Vidal, João Louro, Sónia Balacó, Boris Chimp 504 e o próprio Vhils são alguns dos que terão peças expostas.
Os bilhetes já estão esgotados para sexta-feira e sábado, mas ainda é possível comprar uma entrada para domingo — está disponível por 10€ na Ticketline ou nas lojas da Fnac ou da Worten, entre outras. Não pode é deixar para a última: não há bilhetes à venda no festival. A programação arranca antes das 16 horas. Há ainda uma app do Iminente com todas as informações úteis.
Como chegar (e voltar para casa)
Esqueça a ideia de levar o carro para Monsanto. Não há lugares de estacionamento e só vai contribuir para criar uma situação caótica de trânsito. O Festival Iminente estabeleceu duas parcerias que permitem chegar ao festival.
A primeira é através dos shuttles gratuitos da Carris — partem da estação de Sete Rios e do Pólo Universitário da Ajuda, com uma regularidade entre 15 a 25 minutos, e deixam os passageiros à porta do recinto.
Funcionam entre as 14h30 e a meia-noite e também pode fazer o caminho inverso — os de regresso funcionam até às três horas da manhã. A partir da meia-noite, os autocarros também fazem uma paragem no Cais do Sodré, para todos os que quiserem continuar a noite no centro da cidade. No domingo, como o festival termina mais cedo, o último shuttle a sair do festival parte às 23 horas.
A outra opção é apanhar um Uber. A empresa vai ter um ponto de chegada e saída de carros no festival. Se chegar de Uber, recebe um copo oficial do festival e, caso seja um novo utilizador da app, tem um desconto de 5€ na viagem.
O melhor é decorar o caminho, porque já foi confirmado que o Festival Iminente volta ao Panorâmico de Monsanto em 2019 e 2020.

Este mapa dá uma ajuda.